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CARACTERÍSTICAS DO INTERCESSOR

Amor – Fruto do Espírito, força de Deus;
Compaixão – O intercessor não deve julgar o irmão, a comunidade ou a causa pela qual intercede;
Identificação – Assume para si a dor e a necessidade do outro, da comunidade da nação ou da igreja;
Perseverança – Ora sem cessar;
Ousadia na fé – Pede, suplica, insiste porque crê na vitória. Acredita que Deus sabe tudo e fará o impossível acontecer;
Humildade – Sabe que se a oração é ouvida por Deus não é devido aos seus méritos, mas porque Deus é misericordioso;
Discernimento – Para fazer a vontade de Deus e para identificar se algo é humano, divino ou do Adversário. O Espírito Santo em nós é quem dá o discernimento, o qual vamos adquirindo à medida que buscamos uma maior comunhão com Deus,  o Espírito e nos torna sensíveis à sua voz e a sua vontade;

Fidelidade – O intercessor fala e ora em linha com a revelação recebida pelo Espírito Santo.

Quando ele abre a boca para orar movido pelo Espírito, uma perfeita harmonia se estabelece entre o Céu e a terra, e isso é a fidelidade de Deus.
Obediência – É desencadeada a manifestação do poder de Deus, a proporção que você torna-se obediente a Ele e aos seu representantes aqui na terra, provocando uma mudança e uma manifestação do poder de Deus.
O CHAMADO À INTERCESSÃO

Deus tem um propósito para o homem em Seu coração, e precisa dos Seus filhos para que esse propósito se estabeleça.

E o que é intercessão senão trazer a vontade de Deus à vida dos homens, da Igreja e das nações?

Se entendermos isso, não esperaremos sobrar um tempinho para orar, mas faremos da intercessão uma das prioridades em nossa vida.

Todo cristão é chamado a exercer o sacerdócio. Sacerdote é o que se coloca diante de Deus no lugar do homem,levando suas necessidades à presença d’Aquele que somente pode intervir miraculosamente na vida de cada um de nós.

I Pe. 2:9 – “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para Sua maravilhosa luz.”

Os israelitas enfrentaram uma grande batalha contra os amalecitas que eram um povo muito mais preparado para a guerra do que eles que estavam saindo de um tempo de escravidão no Egito.
Muitas vezes é nesta situação que nos encontramos diante das batalhas do dia-a-dia: batalhas dentro da família, batalhas com a nossa saúde física, batalhas no nosso trabalho, batalhas terríveis para permanecermos na presença de Deus e na busca da santidade, e muitas vezes tudo parece que está grande demais e que vamos ser derrotados.

E era num sentimento de fraqueza que esse povo se encontrava, sem muita esperança, sem muita solução, achando o inimigo muito mais forte, maior do que suas capacidades, imbatível.

Porém, Moisés deu uma ordem ao seu servo Josué:

“Escolhe alguns homens e sai para combater contra os amalecitas. Amanhã estarei de pé no alto da colina com a vara de poder divino na mão”. (EX 17, 9).

Se percebemos a ordem de Moisés, ele deixou de confiar somente nos homens que foram escolhidos para irem a essa batalha, existia algo muito diferente acontecendo neste combate, pois esse grande líder chamado Moisés, decidiu fazer uma linda experiência – colocar Deus no combate – ou seja, alcançar a vitória no poder de Deus, na força da intercessão, e não simplesmente pela força humana.

Essa deve ser também a nossa postura, de todos nós que enfrentamos essas inúmeras batalhas no dia-a-dia, todas aquelas que já mencionei e as que não mencionei e que você as esteja vivendo.

Colocar Deus na frente destas batalhas, conquistando a vitória pelo poder da intercessão, do clamor, das mãos levantadas e dos joelhos dobrados e calejados.
Preciso dizer para você nesta hora: ESTA SITUAÇÃO TEM JEITO!!!

“Enquanto mantinha a mão levantada, Israel vencia, mas quando abaixava a mão, vencia Amalec”. (Ex 17, 11).

Quando nos decidimos por entregar a Deus tudo o que vivemos através da intercessão, há a certeza da vitória, ou se ela não vem de imediato Deus nos dá forças para continuarmos lutando no meio da tribulação.

É hora de cada um de nós levantarmos as mãos aos céus em intercessão, é hora de dobrarmos os joelhos diante do Senhor, e conquistar no poder de Deus a vitória tão esperada, e se ela não vier o Senhor nos dará forças para suportar a provação e as adversidades.
Moisés começou a se cansar diante da batalha, não conseguindo permanecer com as mãos erguidas, e Aarão e Hur foram seus ajudantes nesta intercessão, segurando seus braços para o alto, colocando pedras para que Moisés apoiasse os braços.

Isso mostra o quanto precisamos uns dos outros, e principalmente o quanto necessitamos colocar em comum as nossas intenções para a intercessão, fazendo assim uma corrente de oração, para que o Senhor seja o grande vencedor em tudo o que vivemos e entregamos a Ele.

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