Papa Francisco: “Jesus nunca permanece indiferente à oração feita com humildade e confiança”

Um grupo de refugiados acompanhou nesta manhã o Santo Padre, sentados ao seu lado durante a audiência geral desta quarta-feira. Durante a catequese apresentou-os à multidão de fieis dizendo que “muitos pensam que teria sido melhor que tivessem ficado na própria terra, mas lá sofriam muito. São nossos refugiados”.
Também advertiu que muitos os consideram excluídos. E por isso recordou que são “nossos irmãos” e que “o cristão não exclui ninguém, deixa que todos venham”.

A misericórdia purifica o coração. Esta foi a ideia principal desenvolvida pelo Santo Padre sobre a leitura da cura de Jesus ao leproso. Assim, na catequese desta quarta-feira, no resumo feito pelo Santo Padre em espanhol, indicou que a súplica que o leproso dirige a Jesus: “Senhor, se queres, podes limpar-me”, manifesta “o desejo profundo do homem de uma autêntica purificação que o una a Deus e o integre na comunidade”. Esta petição, fruto da fé e da confiança em Deus – destacou Francisco – encontra a resposta na ação e nos gestos de Jesus que, sentindo compaixão, se aproxima, o toca e lhe diz: “Quero, fica limpo”.

Por outro lado, o Pontífice sublinhou que “Jesus nunca permanece indiferente à oração feita com humildade e confiança” e rejeitando todos os preconceitos humanos, “se mostra próximo para ensinar-nos que não devemos ter medo de aproximar-nos e tocar o pobre e o excluído, porque neles está o próprio Cristo”. A ação de Jesus – acrescentou – não procura o sensacionalismo, mas cura com amor a nossas feridas, modelando pacientemente nosso coração de acordo com o seu.

Por fim o Papa garantiu que “o gesto messiânico de Jesus culmina com a inclusão do leproso na comunidade dos crentes e na vida social: assim se chega à plena cura, que além do mais transforma o curado em testemunha e anunciador da misericórdia de Deus”.

Em seguida, o Papa recordou aos jovens que Jesus lhes chama a ser “corações ardentes” e que devem corresponder com generosidade ao seu convite segundo o próprio talento. Pediu aos enfermos que ofereçam o seu sofrimento a Cristo crucificado para cooperar na redenção do mundo. Finalmente exortou os recém-casados a serem conscientes da missão insubstituível na qual lhes compromete o sacramento do matrimônio.

Fonte:Zenit

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